http://aulanesplora.com/
Búsqueda avanzada
Boton Buscador
Registrarse  /  Recordar Contraseña
eMail
Contraseña
Entrar
 Recordar datos de acceso
Síguenos en: Revista de neurología en Facebook Revista de neurología en Twitter Revista de neurología en Google+
Suplementos de Revista de neurología
Congresos de Revista de neurología
Destacamos
Noticias
Descubierto un mecanismo por el cual el abuso de cannabis puede causar esquizofrenia
Niveles altos de ansiedad parecen afectar el cerebro de los niños
Banner
Índice >> Revista de Neurología (Volumen 43  Suplemento 1) >> Mecanismo de acção dos antiepilépticos e novos ant...

Mecanismo de acção dos antiepilépticos e novos antiepilépticos imprimir
Ponencia Castellano   English   Portugués
[REV NEUROL 2006;43 (Supl. 1):S17-S41] PMID: 17061186 - Ponencia - Fecha de publicación: 10/10/2006
J.A. Armijo, J. Adín, M.B. Sánchez
Introdução. Apesar da comercialização de 10 novos antiepilépticos de segunda geração, há cerca de 30% de doentes resistentes ao tratamento farmacológico. Para além disto, os antiepilépticos actuais previnem ou suprimem as crises mas não evitam a aparição da epilepsia nem a sua progressão. Desenvolvimento. São descritos os fundamentos da etiopatogenia da epilepsia e as principais descobertas nos antiepilépticos. A descrição do importante papel do ácido gama-aminobutírico e do glutâmico na génese e na propagação das crises permitiram desenvolver novos antiepilépticos que aumentem o tónus inibidor gabaérgico ou inibam o tónus excitador glutamatérgico. A descoberta de que algumas epilepsias podem dever-se a canalopatias está permitindo investigar fármacos que inibam os canais de cálcio, activem os canais de potássio ou inibam os canais anómalos de receptores AMPA/KA. Recentemente foi descrita uma fixação específica de alguns antiepilépticos às sub-unidades a2d do canal de cálcio às proteínas das vesículas sinápticas SV2A que abrem novas perspectivas. Por outra parte, estão a ser investigados fármacos novos que possam prevenir a epileptogénese, evitar a progressão da epilepsia ou vencer a resistência ao tratamento farmacológico de algumas epilepsias. Conclusão. A identificação de novas descobertas farmacológicas na etiopatogenia das epilepsias permitiu o desenvolvimento dos antiepilépticos de segunda geração e está a permitir o desenvolvimento de novos antiepilépticos de terceira geração.
Pesquisa em PubMed
Por autor
Armijo JA
Adin J
Sanchez MB
Por palavra chave
Aetiopathogenesis
Antiepileptic drugs
Epilepsy
Mechanism of action
Pharmacoresistance
Veja em PubMed
Este artigo
Artigos relacionados
Palavras chave:  Farmacorresistência - Mecanismo de acção
        Añadir cita a su biblioteca
  Descargas: 4657
Clasificado en: Epilepsias y síndromes epilépticos
Valoración media:   7.4   (5 votos)
0
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10


Para poder participar en esta discusión debe estar registrado
Debe estar registrado para poder suscribirse a este seminario
Inicio de página
Inicio de página
Catalogo Viguera
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Banner
Revista Psicogeriatría
Revista Educación Médica
© Viguera Editores   Plaza Tetuan, 7 08010 Barcelona   Contacto  |  Privacidad   ISSN Edición Digital 1576-6578
Valid HTML 4.01 Transitional Última Actualización: 24/07/2014