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Farmacogenética, farmacogenómica e terapia antiepiléptica individualizada imprimir
Ponencia Castellano   English   Portugués
[REV NEUROL 2006;43 (Supl. 1):S43-S49] PMID: 17061195 - Ponencia - Fecha de publicación: 10/10/2006
J.L. Herranz
Objectivo. Apesar da comercialização de numerosos fármacos antiepilépticos (FAE) em 20-30% dos doentes não é possível, no entanto, conseguir o controlo total das crises nem prevenir os efeitos adversos idiossincrásicos. Desenvolvimento. São analisados os factores farmacocinéticos e farmacodinâmicos que colaboram na farmacorresistência nas epilepsias, especialmente os polimorfismos das enzimas metabolizantes ou dos seus indutores, em particular do citocromo hepático CYP, a sobrexpressão de proteínas transportadoras de membrana –glucoproteína P (PGP), MRP (multidrug resistant protein)– e os polimorfismos nos canais iónicos. Por outro lado, os efeitos idiossincrásicos são produzidos por um desequilíbrio entre a produção de metabolitos tóxicos e a capacidade individual de desintoxicação dos mesmos. A farmacogenética e a farmacogenómica podem identificar determinadas características pessoais, bioquímicas, enzimáticas e genéticas que ajudem a seleccionar em cada indivíduo o FAE mais eficaz e com menor risco de efeitos idiossincrásicos. Conclusões. Ainda que se devam introduzir novos FAE com os quais se t enta diminuir a taxa de doentes farmacorresistentes, devem desenvolver-se simultaneamente outras estratégias terapêuticas com a ajuda da farmacogenómica, concretamente, de FAE que não sejam transportados pela PGP ou MRP, ou substâncias que se oponham a esses transportadores de membrana e que tornem possível a chegada dos FAE aos respectivos lugares de acção. Por outro lado, deve conhecer-se a capacidade de desintoxicação de cada indivíduo, de modo a minimizar-se o risco de efeitos adversos idiossincrásicos.
Pesquisa em PubMed
Por autor
Herranz JL
Por palavra chave
Antiepileptic drugs
Idiosyncratic effects
P-glycoprotein
Pharmacogenetics
Pharmacogenomics
Pharmacoresistant epilepsy
Veja em PubMed
Este artigo
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Palavras chave:  Efeitos idiossincrásicos
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Clasificado en: Epilepsias y síndromes epilépticos
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