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Índice >> Revista de Neurología (Volumen 35  Núm 4) >> Defenderemos uma visão cerebral da morte?

Defenderemos uma visão cerebral da morte? imprimir
Historia y Humanidades Castellano   English   Portugués
[REV NEUROL 2002;35:387-396] PMID: 12235573 - Historia y Humanidades - Fecha de publicación: 16/08/2002
C. Machado
Objectivo. Propor uma nova formulação da morte segundo os mecanismos de geração da consciência no ser humano. Desenvolvimento. Toda a formulação completa sobre a morte deve incluir três elementos diferentes: uma definição da morte, o seu substrato anatomo-funcional e as provas exigidas para diagnosticar a morte. As três formulações sobre a morte, orientada para o encéfalo, são: a morte de todo o encéfalo, a do tronco cerebral e a formulação neocortical da morte. Neste artigo, é revista e criticada cada uma destas formulações, e propõe-se uma nova formulação sobre a morte humana, baseada nos mecanismos fisiopatológicos da geração da consciência. Esta possui dois componentes fisiológicos: o despertar e o conteúdo. Como as estruturas do tronco cerebral, diencéfalo e cortex cerebral interagem para gerar a consciência, qualquer distinção rígida entre as suas funções sob o ponto de vista do despertar e do conteúdo seria um erro. Importantes interconexões entre o tronco cerebral, outras estruturas sub-corticais e o neocórtex, ambos geram componentes da consciência. Portanto, a geração da consciência baseia-se na anatomia e na fisiologia de vias ao longo de todo o cérebro. Nenhuma das três formulações prévias é totalmente satisfatória. Conclusão. Propõe-se uma nova formulação da morte que identifica a consciência como a função mais importante do organismo, porque providencia os atributos humanos essenciais e o nível de controlo mais elevado, na hierarquia das funções integradoras do organismo.
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Por autor
Machado C
Por palavra chave
Brain death
Consciousness
Death
Vegetative stage
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Palavras chave:  Consciência - Morte - Morte cerebral
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Clasificado en: Alteraciones de la conciencia
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