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A autorização prévia para aceder ao neurologista de cuidados primários pode ser desnecessária: resultados de um estudo prospectivo e controlado imprimir
Original Castellano   English   Portugués
[REV NEUROL 2006;43:388-392] PMID: 17006856 - Original - Fecha de publicación: 01/10/2006
D.A. Pérez-Martínez, A.I. Puente-Muñoz
Introdução. O sistema de autorização do médico de familia para aceder à assistência especializada é conhecido como gatekeeping e tem como função evitar as remissões erróneas ou simples ao seguinte escalão sanitário. Apresentamos um trabalho comparativo entre os diagnósticos finais de 400 doentes que acederam a um modelo de acesso directo (MAD) comparativamente a 400 doentes provenientes do médico de família num modelo de autorização prévia (MAP). Doentes e métodos. Análise prospectiva dos grupos de doentes atendidos pelo mesmo neurologista num sistema MAP comparativamente a um sistema MAD. Avaliaram-se os 800 doentes seguindo critérios diagnósticos semelhantes. O objectivo primário do estudo compara os doentes remetidos com diagnóstico final de ‘patologia não neurológica’ no MAP comparativamente ao MAD. Como objectivos secundários analisam-se os diagnósticos de patologias diferentes entre ambos os modelos. Resultados. Não se encontraram diferenças significativas entre as remissões consideradas como não neurológicas no MAP comparativamente ao MAD (27,0% comparativamente e 26,3%, p = 0,48). Realizou-se um modelo de regressão logística com variável dependente da ‘patologia não neurológica’ e independente da idade, sexo e do tipo de modelo (MAP ou MAD) com resultados semelhantes. Conclusões. Os nossos dados sugerem que o papel do médico de família não é eficaz na hora de evitar as remissões erróneas ao neurologista no nosso meio. Seria necessário um estudo populacional com o objectivo de avaliar a taxa de uso de recursos e o gasto sanitário entre ambos os modelos.Resultados. Não se encontraram diferenças significativas entre as remissões consideradas como não neurológicas no MAP comparativamente ao MAD (27,0% comparativamente e 26,3%, p = 0,48). Realizou-se um modelo de regressão logística com variável dependente da 'patologia não neurológica' e independente da idade, sexo e do tipo de modelo (MAP ou MAD) com resultados semelhantes. Conclusões. Os nossos dados sugerem que o papel do médico de família não é eficaz na hora de evitar as remissões erróneas ao neurologista no nosso meio. Seria necessário um estudo populacional com o objectivo de avaliar a taxa de uso de recursos e o gasto sanitário entre ambos os modelos.
Pesquisa em PubMed
Por autor
Perez-Martinez DA
Puente-Muñoz AI
Por palavra chave
Ambulatory neurological care
Extra-hospital neurology
Gatekeeping
Health care model
Mistaken referrals
National health system
Primary care
Veja em PubMed
Este artigo
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Palavras chave:  Assistência neurológica ambulatória - Cuidados primários - Derivações erróneas - Modelo sanitário - Neurologia extra hospitalar - Sistema nacional de saúde
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